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Gravatá-comum (Bromelia pinguin)=(Agallostachys fastuosa=pinguin)=(Ananas pinguin)=(Bromelia acarna=fastuosa=ignea=paraguayensis=sepiaria)=(Karatas penguin=plumieri)


Planta da família das Bromeliáceas, e conhecidas também por gravatás. Existem cerca de 4 mil espécies, sendo cerca de 1.250 no Brasil, sendo que podem viver no solo, rocha ou árvore. Em ecossistemas sendo restingas, regiões montanhosas, cerrado e caatinga. São xerófitas, ou sejam, adaptadas para a vida em condições de seca, suportando também temperaturas extremas. Típico destas plantas, é o fato de armazenarem água da chuva entre suas folhas. Isso beneficia muitos animais como insetos, aracnídeos , anfíbios e répteis. E aves e mamíferos são atraídos pelas flores e frutos, alem da própria água acumulada. Um dos maiores e o mais conhecido destas bromélias é o abacaxi, com espécies selvagens chamadas de ananás.
Como propriedade medicinal é abortivo, emoliente, expectorante, diurético, tônico e vermífugo. É usado na forma de xarope e suco.
Também conhecido por caraguatã, caravatá, caraguatá e caravatá.
A maior bromélia brasileira é a bromélia-gigante (Vriesia imperialis) que tem até 1,50 m de altura e diâmetro da flor em até 90 cm.
Outras espécies mais conhecidas são:
macambira (Bromelia laciniosa)
gravatá-mineiro (Acanthococos emensis)
gravatá-sulino (Aechmea apocalyptica)
gravatá-de-Blumenau (Aechmea blumenavii)
gravatá-monjola (Aechmea kleinii)
gravatá-pimenta (Aechmea pimenti)
As do gênero Vriesia são:
(Vriesia imperialis)
(Vriesia incurvata)
(Vriesia reitzii)
Gravatá, é também nome de uma cidade de PE e Gravataí no RS.
Em anexo, uma das espécies comuns de gravatás e a bromélia-gigante.

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