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Graviola (Annona muricata)


Fruta originária da América Central até o Peru, que acabou se espalhando pelo homem, por vários países latinos. No Brasil chegou no século XVI pelos portugueses. É o maior fruto da família das Anonáceas. Árvore de porte médio, chegando a um máximo de 6 m de altura. Suas folhas são verdes brilhantes e flores amareladas. O fruto, tem formato ovóide, com casca verde-pálida e falsos espinhos, dos quais são moles. Peso com até 8 kg com polpa branca. Seu sabor é agridoce e delicado. Possui vitaminas no complexo B e possui propriedades medicinais no combate a verminose, diarréia, disenteria, antiespasmódico, adstringente, desodorizador corporal, úlceras, malária, tranqüilizante, expectorante, diabetes I e II, depressão, sistema nervoso central, alcoolismo, funções digestivas e intestinais, depurativo sangüíneo, epilepsia, Parkinson, escleroses, artrite e artrose, lupos e leucemia. 12 tipos de câncer, seio, pulmão e próstata. O chá era usado pelos índios peruanos no tratamento do catarro. Também partes da árvore como casca e raiz, são usados no tratamento de doenças cardíacas, asma, problemas de fígado e artrite. Cerca de 100 gr de graviola, fornecem em média 60 calorias, 25 mg de cálcio, 28 mg de fósforo e 26 mg de vitamina C. No Brasil o cultivo se concentrou mais no nordeste. É planta que não é exigente com o solo. Também conhecido por graviola-do-norte, araticum-de-comer, araticum-manso, areticum, jaca-de-pobre, jaca-do-Pará, jaqueira-mole, coração-de-rainha e araticum-do-grande.

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