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Guapuruvu (Schizalabuim parahyba=parahybum)


Árvore que chama a atenção pela boa altura e tronco de casca lisa e cinza, que faz ser de fácil identificação, sem contar que seus galhos só ficam na copa. No geral, lembra vagamente uma taça. Da família Fabáceas, tem altura variando entre os 20 e 30 m e tronco num máximo de 1 m de diâmetro. Sua copa é raramente larga, sendo rala e produz sombra leve. Aprecia solo fértil e sua propagação é por sementes. Cresce mais de 1 m em 1 ano. De folhas pequenas e caducas, tem flores em cachos de cor amarela que surgem na primavera. Decídua, perde suas folhas no inverno e na primavera vem suas flores amarelas. Depois da florada começa uma nova brotação de folhas. Seu fruto sendo um legume seco em forma de gota, com uns 6 por 3 cm. Surge durante o outono e abre-se por meio de duas valvas espatuladas. Este fruto alado quando verde é imaturo, e marrom quando maduro. Abriga então uma semente lisa, brilhante e dura, com 1 cm em média. Esta lembra uma moeda grossa de forma ligeiramente elipsóide. Estes frutos começam a cair no início do inverno. Sua fina casca do tronco é esverdeada quando nova, e cinza clara quando já adulta. É comum a queda de galhos pois sua madeira é fraca. Seu tempo de vida é controverso onde há fontes que dão como 50 anos e outros com até 200 anos. Exclusiva da floresta atlântica e planície litorânea abaixo de 700 m de elevação. É nativa da mata primária, mas também por ser encontrada facilmente em matas secundárias. Para a fauna atrai aves para construírem ninhos, principalmente pela sua madeira macia, onde quando tem ocos naturais, são ampliados por aquelas, como exemplo espécies de tucanos e periquitos. Para os insetos, abelhas usufruem das flores e larvas de cigarras das raízes. Sua madeira de superfície lisa, leve e macia, é empregada na fabricação de caixas, forros, pranchetas e outros. Suas muitas sementes que produz por ano são usadas em artesanato. É indicada para replantios em áreas degradadas em razão de seu rápido crescimento. Por ser árvore vistosa, é muito usada em paisagismo principalmente em praças e parques. Foi eleita como árvore símbolo de Florianópolis - SC. Encontradiça da BA até RS. Árvore também conhecida por bacurubu, badarra, bacuruva, birosca, faveira, pau-de-vitém, ficheira e pataqueira.

Sinônimos para a espécie:
Caesalpina parahyba
Cassia parahyba
Schizalabium amazonicum
Schizalabium excelsum
Schizalabium glutinasum
Schizalabium kellermanii

 


 

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