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Macuco-azul (Tinamus tao)


Da ordem dos Tinamiformes se tem a única família que são os Tinamídeos que estão entre as aves americanas mais antigas. Nesta família (deriva de tinamus) são então pequenas aves terrícolas que vivem em vários ecossistemas. São de aparência galinácea e nativas somente do continente americano, do México até sul da Argentina e divididos em 47 espécies. São divididas em macucos (ou tinamus), jaós e inhambus. Se alimentam de sementes, raízes, frutas, insetos e até moluscos. O trato dos filhotes é feito pelos machos incluindo a incubação, hábito este que lembra das emas. Também a monogamia faz parte das espécies. Os Tinamídeos são divididos em duas subfamílias e seguintes gêneros: Tinamus, Nothocercus, Crypturellus, Rhynchotus, Nothoprocta, Nothura, Taoniscus, Eudromia e Tinamotis.
O macuco-azul é um dos maiores representantes da família tendo um máximo de 52 cm de comprimento e quase 2 kg. Tem coloração das penas num cinza-azulada que a diferencia bem de seus parentes. Na postura, a fêmea acasala com machos diferentes que tem como função dar mais garantias a continuidade da espécie. O tempo da incubação é de 19 dias e os filhotes apresentam pequenas diferenças e comparados aos filhotes de seus parentes próximos. A fêmea põe três ovos que são arredondados, esverdeados e grandes. Seus pios e chororocados são idênticos aos de seu gênero. Como outros membros de sua família, é grande o número de inimigos, que já começa deste os ovos e vão até os exemplares adultos que são várias espécies de répteis, aves rapinantes, mamíferos carnívoros e até o próprio homem.

Tinamídeos no Brasil:
macuco-azul, azulona ou jaó-tona (Tinamus tao) : Região norte; norte da Bolívia até Venezuela.
macuco ou tinamu-comum (Tinamus solitarius) : Leste do nordeste, sudeste até SC.
macuco-de-cabeça-vermelha, macuco-açu ou cucuruto (Tinamus major) : Região norte; norte da Bolívia até Guianas.
macuco-galinha (Tinamus guttatus) : Região norte; Bolívia até sul da Colômbia.
macuco-perdiz (Rhynchotus rufescens) : Sudeste, sul até maior parte do nordeste e sul do AM.
jaó-do-sul ou zabelê (Crypturellus noctivagus) : Partes do CE até SC.
jaó-comum (Crypturellus undulatus) : Centro-oeste até maior parte do norte e sudeste; norte da Argentina até sul da Venezuela.
jaó-preto (Crypturellus cinereus) : Região norte; norte da Bolívia até sul das Guianas.
jaó-chororão (Crypturellus variegatus) : Região norte até maior parte do centro-oeste e sudeste; norte do Peru até Guianas.
jaó-carijó (Crypturellus barletti) : Oeste do AM até AC; nordeste do Peru até norte da Bolívia.
jaó-sururina ou tururim (Crypturellus soui) : Região norte até partes do centro-oeste e sudeste; norte da Bolívia até Guianas.
jaó-de-perna-vermelha (Crypturellus erythropus) : Norte do AM até RR e AP; sul da Venezuela até Guianas.
jaó-chorózinho (Crypturellus brevirostris) : Norte do AM até AP.
jaó-chitã (Crypturellus tataupa) : Boa parte do nordeste até partes do centro-oeste indo até sul; norte da Arg. até Bol.
jaó-chororó ou inhambu-chororó (Crypturellus parvirostris) : Sul do AM até todo o país; Uruguai até norte da Bolívia.
jaó-do-sudeste ou inhambu-guaçu (Crypturellus obsoletus) : ES até SC, sul do AM; norte da Bolívia até norte da Venezuela.
inhambu-codorna-do-nordeste (Nothura boraquira) : Sul do CE e MA até sul da BA; sul da Bolívia até norte da Argentina.
inhambu-codorna (Nothura maculosa) : PE até RS e partes do centro-oeste; Uruguai até norte da Argentina e sul da Bolívia.
inhambu-carapé (Taoniscus nanus) : MS até PR; sul do Paraguai.

As codornas verdadeiras ou codornizes (Coturnix coturnix) criadas em cativeiro em vários países, incluindo o Brasil, são nativas da Europa e não fazem parte da ordem Tinamiformes e sim Galiformes.
O mesmo no que tange que por vezes é chamado de perdiz, onde a verdadeira espécie pertence a outra família.

 

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