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Seriema (Cariama cristata)


Nome de uma conhecida ave das áreas abertas brasileiras. Da ordem dos Gruiformes e família Cariamídeos. De porte médio, possui longas pernas e cauda semi-longa. Mede 90 cm e peso de até 1.400 gr. O bico é vermelho com ponta encurvada, lembrando de um gavião. São de coloração cinza-branco, com cinza claro em partes dorsais. Típico da ave, é sua crista entre a cabeça e o bico, sendo uma das poucas aves a ter pestanas. Possui ligeiro dimorfismo, onde o macho são mais acinzentados e fêmeas mais amareladas. Onívoro, se alimenta de várias espécies de pequenos animais que podem encontrar que são insetos, répteis, mamíferos e até ninhadas de outras aves. Alguns frutos também entram na dieta. A reprodução ocorre entre fevereiro e março. O ninho é feito pelo casal, do qual revezam no choco, onde botam de 2 a 4 ovos branco-rosados. A chocagem dura até 30 dias, onde a cria abandona o ninho aos 12 dias de idade. Típico da espécie, é seu canto, feito por uma estrofe longa, de gritos estridentes inconfundíveis e com alcance de mais de 1 km. Também tem outros pios, que faz quando está irritado, ao devorar sua presa, durante o galanteio e ainda quando está para chover onde mais piam. Quando emitem seus sons, cabeça e pescoço movem sincronizados. Vive em áreas abertas, em especial o cerrado até os planaltos descampados, como também adentra em pastagens feitas pelo homem. Andam quase sempre aos casais ou em pequenos grupos. Só voam quando se sentem ameaçadas e tentam se refugiar no alto de árvores. Diurna, durante a noite se refugia no alto de grandes árvores onde também constrói ninho. Sua principal defesa é a corrida, do qual está sempre vigilante para qualquer ameaça, em especial do lobo-guará e do puma. Mas também pode baixar se esconder até se ocultar em troncos caídos. A seriema é visto com simpatia pelos rurícolas pelo costume de se alimentar de cobras, embora não faça disso uma alimentação exclusiva. Ao contrário do que se pensa, não é imune ao veneno das cobras peçonhentas, como também não aprecia animais mortos. Pessoas do meio rural, costumam capturar exemplares jovens para domesticar com intuito de proteger fazendas de cobras, mas a seriema acaba virando ameaça para pintos. No Brasil vive nas áreas abertas de todo país, exceto região norte, estendendo até Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina. Seu nome, é de origem indígena que significa "pequena ema" ou "nhandu", onde os índios julgavam a ave, um parente da ema.
Existe também uma segunda espécie bem parecida com a comum, sendo a seriema-de-canela-escura (Chunga burmeisteri) que é menor, mais pardo-cinzenta e desprovido de crista. Esta vive no Paraguai e Norte da Argentina.
Em anexo, ambas espécies.

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