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Veado-campeiro (Blastocerus bezoarticus)


Das 8 espécies de cervídeos no Brasil, este é um dos mais conhecidos. O veado-campeiro pertence à categoria dos cervídeos de áreas abertas, onde sua galhada tem tamanho mediano e com seis pontas ao todo. Sua coloração é parda com ventre branco, assim como por volta dos olhos e dentro das orelhas. Se alimenta de variadas gramíneas, incluindo também vagens, frutos e flores quando encontra. Andam sempre solitários ou aos casais, fugindo ao menor sinal de perigo, onde sua velocidade é sua melhor defesa, onde chega aos 80 km/h. São diurnos onde ficam em planaltos e planícies não muito secas e evitam os alagados. Os machos travam combate entre si pela posse de uma fêmea, mas podendo ocasionar um problema comum entre estes ungulados que é o entrelace dos chifres, permanecendo presos e podendo morrer de exaustão ou ainda por algum predador como a onça ou o puma. A fêmea pari uma vez por ano, dando de 1 a 2 crias. Os filhotes nascem iguais aos adultos na cor, com acréscimo de pintas brancas nas laterais do tronco, lembrando o bambi. A espécie vive nas áreas abertas da maior parte do Brasil, Paraguai e Argentina e está dividida em 3 subespécies. O veado-campeiro era muito comum no Brasil até algumas décadas atrás, mas foi muito caçado pelos fazendeiros que os acusavam de transmitir a aftosa ao gado, o que nunca foi verdade, sem contar a caça esportiva e a caça feita por pessoas errantes. Por nunca ter sido numeroso como outras espécies de outros continentes, e seu baixo nível reprodutivo, a espécie havia entrado na lista dos ameaçados de extinção devido a esta caça. Sem contar que o veado-campeiro e outros parentes de seu meio, foram grandes vítimas das doenças bovinas, onde são muito vulneráveis onde até estudiosos lhe dão esta como causa principal de seu declínio no passado, na importação dos bovídeos. Felizmente com o controle da aftosa e conscientização da população, a espécie foi retirada da listas das espécies ameaçadas que foi também um esforço dos conservacionistas! Atualmente este cervídeo vem tendo maior garantia de sua continuidade nas áreas de preservação como exemplo o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros - GO. Os índios o chamavam de suaçutinga que significa "veado-branco", alusivo à sua cor branca ventral, ausente nos seus parentes que vivem na América do Sul. Também conhecido por veado-branco, veado-de-óculos e veado-dos-pampas. Seus nomes de origem indígena são suaçuapara, guaçuti e suaçutinga. Internacionalmente em inglês por pampa's deer.
Em anexo, os cervídeos presentes no Brasil.

As espécies de cervídeos no Brasil são 8, sendo que as 2 últimas foram descobertas há poucos anos!
- cervo-pantaneiro ou guaçupucu (Edocerus dichotomus) : Todo o Brasil, exceto nordeste; Argentina e Paraguai.
- veado-galheiro ou careaçu (Odocoileus virginianus) : AP, AM, PA e RR.
- veado-campeiro ou suaçutinga (Blastocerus bezoarticus) : Todo o Brasil, exceto norte; Argentina e Paraguai.
- veado-mateiro ou suaçuetê (Mazama amaricana) : Todo o Brasil e países do lado oeste.
- veado-caatingueiro ou suaçuberá (Mazama gouazoubira=simplicicornis) : América central até Argentina.
- veado-roxo ou guarapu (Mazama rufina=rondoni) : Regiões norte e centro-oeste.
- veado-vermelho ou bororó (Mazama bororo=intermedia) : SP e PR.
- veado-cambuta ou bororó-do-sul (Mazama nana) : SP até RS.

 

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